Uma suposta relação entre o procurador-geral Leonardo Bandarra e a ex-secretária do ex-governador José Roberto Arruda (ex-DEM-DF) Claudia Alves Marques teria, segundo uma fonte, causado estranheza e desconforto no Ministério Público do DF (MPDFT), que terá sua isenção julgada nesta terça-feira (11) pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Apontada por muitos como testemunha mais importante que o denunciante do mensalão do DEM Durval Barbosa, Claudia Alves Marques também foi ex-secretária dos ex-governadores Joaquim Roriz (PSC-DF) e Maria de Lourdes Abadia (PSDB-DF).
De acordo com fontes, a ex-secretária teria sido citada no inquérito 650 confirmando a suposta história de Durval Barbosa de que havia intermediado, em 2007, a retirada do ar de uma reportagem de Roberto Kupê que incomodaria Leonardo Bandarra e Débora Guerner.
Antes, Cláudia Alves Marques teve o nome envolvido no escândalo da Máfia dos concursos, operado pelo ex-servidor do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) Hélio Ortiz. De acordo com as investigações, a ex-secretária teria passado em concurso público do TJDFT por meio de suposta compra da prova vendida por Hélio Ortiz.
Quando teve a nomeação ao cargo de analista processual anulada pelo TJDFT, Claudia teria que devolver cerca de 90 mil reais aos cofres do Tribunal. Depois de oito meses, logo após a suposta intermediação da retirada da reportagem de Roberto Kupê, a ex-secretária ingressou com mandado de segurança visando não ter que devolver o dinheiro.
O prazo de 120 dias do mandado de segurança já havia se expirado, ainda assim Bandarra emitiu parecer opinando pela concessão da impetração e liberando a moça do pagamento.

Um comentário:
Todos que passam pelo Roriz você pode desconfiar. Boa coisa não vai sair. Vamos impedir esse povo de voltar a política. Fora Roriz e sua Corja!
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